São Paulo, 18 de maio de 2012
A aprovação pelos EUA valoriza ainda mais esse aspecto neste momento em que o vizinho Paraguai apresenta sinais claros de descontrole sanitário, permitindo outro foco da doença poucos meses após o primeiro, que poderia ser visto como um acidente.
Não estimamos exportar grandes volumes para os EUA, pois o setor local é bastante competitivo e o nosso produto sofre as consequências do real valorizado. Acreditamos, porém, poder exportar alguns cortes, como costelinha e bacon, que naquele país são bastante apreciados. Mais relevante que grandes volumes é poder incluir o mercado norte-americano entre nossos destinos, complementando importante pauta de exportação.
Sem dúvida, a aprovação representa uma chancela da qualidade do produto do Brasil e, acreditamos, terá repercussão em outros mercados ainda fechados para nós.
Iniciamos 2012 em grande estilo, após sofrermos as agruras de ainda termos as exportações concentradas em poucos mercados. Vamos agora trabalhar para terminar o ano com os mercados de Japão, Coreia e União Europeia abertos, concluindo a etapa de aberturas sanitárias para a carne suína e colocando a terceira carne em pé de igualdade com as carne de aves e bovina.
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