São Paulo, 09 de setembro de 2010
Informativos da Abipecs dirigidos aos meios de comunicação
O Brasil é o primeiro exportador mundial de carnes bovina e de frango e o quarto de carne suína. Mas não está conseguindo entrar no mercado mexicano porque a autoridade sanitária daquele país tem se recusado a realizar análise técnica dos produtos.
As exportações de carne suína perderam, no mês de julho, o vigor que vinham apresentando no primeiro semestre. A queda nas vendas externas foi de 14,28% em toneladas e de 40,48% em valor.
“A abertura dos mercados das Filipinas e do Vietnã e a reabertura do mercado da África do Sul devem representar uma exportação potencial adicional de 8 mil toneladas mensais, dando novo alento ao setor de suínos, que atravessa séria crise de preços”.
O presidente da ABIPECS afirmou hoje que “desde o primeiro foco de influenza A(H1N1), erroneamente chamado de gripe suína, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com apoio e participação da ABIPECS e suas empresas associadas vem atuando no sentido de reforçar os controles de biossegurança das granjas que já acompanhavam os critérios existentes nos principais países produtores”
Bons resultados das exportações de carne suína, no semestre, permitem estimar um total de 600 mil t em 2009. Porém, preços continuam baixos. É essencial a abertura de mercados de preços mais elevados, diz presidente da ABIPECS
A visita da presidente das Filipinas, Gloria Arroyo, pode ser decisiva para a abertura daquele mercado à carne suína brasileira.
O presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (ABIPECS), Pedro de Camargo Neto, comenta a decisão do governo russo de abrir o mercado do país à carne suína procedente de Santa Catarina.
Exportações permaneceram firmes em abril. Gripe A (H1N1) não influiu nas vendas externas e internas
A Organização Mundial da Saúde (OMS) decidiu mudar o nome da gripe iniciada recentemente no México, que vinha sendo erroneamente chamada de “suína”.
Presidente da ABIPECS enviou no dia 28 de abril de 2009 ofício à diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, pedindo mudança no nome da gripe, que envolve a transmissão de vírus de pessoa a pessoa e que não foi isolado em nenhum suíno ou outro animal, até a presente data.
Expectativa é que habilitação de frigoríficos brasileiros seja concluída em maio, na visita de Lula a Pequim.
As exportações de carne suína, em março de 2009, de 51 mil toneladas, em relação a 42,74 mil t em igual período do ano passado, representaram um aumento de quase 20%.
As exportações de carne suína, em fevereiro, surpreenderam de maneira positiva. O Brasil embarcou 46 mil toneladas, um aumento de 16,74% em relação a igual período de 2008. A Rússia, principal cliente, foi responsável pelo bom resultado das vendas externas.
Após dois meses de queda nas exportações de carne suína, janeiro de 2009 mostrou recuperação, com um volume de 37,80 mil toneladas, em relação a 28,98 mil toneladas em igual período de 2008. A receita com as exportações, em janeiro, totalizou US$ 75,37 milhões, um crescimento de 12,05%. Em toneladas, o aumento foi de 30,43%.
O ano de 2008 terminou com um resultado histórico para as exportações de carne suína brasileira. O País exportou US$ 1,48 bilhão, um crescimento de 20% em relação a 2007 (US$ 1,23 bilhão).
A crise financeira internacional, que afetou significativamente as exportações de carne suína brasileira nos últimos dois meses de 2008, coloca maior pressão sobre o governo e o setor privado para acelerar a abertura de novos mercados.
Terminamos o ano contabilizando os primeiros efeitos da mais grave crise mundial desde os anos 1930, que afetou brutalmente a liquidez dos mercados. Mesmo assim, para sermos coerentes com os resultados colhidos na maior parte de 2008, a avaliação sobre 2008 é positiva.
A expressiva queda nas exportações de carne suína em novembro, de 48,62% em volume, foi motivada por dois fatores principais: a falta de crédito e a paralisação dos embarques no porto de Itajaí, em Santa Catarina.
A cadeia suína brasileira, com 30 milhões de cabeças, produção de 3 milhões de toneladas de carne, geração de 630 mil empregos diretos e indiretos, é uma importantíssima atividade econômica.
Carne suína é uma carne gorda?
A importância dos suínos para a medicina humana
A carne suína tem proteínas de qualidade em quantidade. Ela apresenta um teor protéico elevado.